29 de março de 2012

Reduzir o custo com chamadas de Telemóvel? Pergunte-nos como.

Exclusivo para os associados do GEOTA, amigos e familiares:

Modalidade 1 - Mensalidade 5€ (inclui voz e sms entre todos 
os cartões que aderirem)
Chamadas para outra redes nacionais 0,09 cent.
20€ de plafond para equipamento

Modalidade 2 - Mensalidade 12,50€ (inclui voz e sms entre 
todos os cartões que aderirem)
Chamadas para outras redes 0,08 cent.
50€ de plafond para equipamento

Ah! E dissemos que na mesma rede de amigos 
o custo das chamadas é ZERO
Esta é uma chamada a não perder! 

Contacte-nos até 15 Abril para 
213956120 / 962602680 ou geota@geota.pt 
e peça os seus impressos para aderir.

25 de março de 2012

Obrigado à Valorcar!

A Valorcar, entidade gestora do sistema integrado de resíduos de veículos em fim de vida (VFV) e de acumuladores de VFV aderiu ao projecto O Meu Eco-Sistema.

O GEOTA está muito agradecido por mais este apoio e parceria, alargando o leque de abrangência do projecto e espera que desta parceria resultem bons frutos.

20 de março de 2012

Obrigado ao Município de Torres Vedras

Ao Município de Torres Vedras: muito obrigado por colocar o link para a Página de “O Meu Ecossistema” no Website do Município de Torres Vedras e no Website da Agenda 21L do Município de Torres Vedras.

http://www.cm-tvedras.pt/viver/ambiente/links/
http://www.torresvedras21.com/paginas/saiba-mais

O Município de Torres Vedras é um dos mais antigos parceiros do projecto www.omeueco-sistema.pt e aparece assim a concretizar um dos aspectos da parceria que o liga ao GEOTA no âmbito deste projecto

Air pollution 'will become bigger global killer than dirty water'


Air pollution 'will become bigger global killer than dirty water'
OECD report says pollution will become biggest cause of premature death, killing an estimated 3.6 million people a year by 2050
OECD report:
Fiona Harvey
guardian.co.uk, Thursday 15 March 2012 17.44 GMT
Beijing, China, which is one of the countries likely to be worst hit by pollution-triggered deaths in coming decades. Photograph: David Gray/Reuters
Urban air pollution is set to become the biggest environmental cause of premature death in the coming decades, overtaking even such mass killers as poor sanitation and a lack of clean drinking water, according to a new report.
Both developed and developing countries will be hit, and by 2050, there could be 3.6 million premature deaths a year from exposure to particulate matter, most of them in China and India. But rich countries will suffer worse effects from exposure to ground-level ozone, because of their ageing populations – older people are more susceptible.
The warning comes in a new report from the Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), which is a study of the global environmental outlook until 2050. The report found four key areas that are of most concern – climate change, loss of biodiversity, water and the health impacts of pollution.
If current policies are allowed to carry on, the world will far exceed the levels of greenhouse gas emissions that scientists say are safe, the report found. "I call it the surrender scenario – where we would be if governments do nothing more than what they have pledged already?" said Simon Upton, environment director at the OECD. "But it could be even worse than that, we've found."
The report said that global greenhouse gas emissions could increase by as much as half, as energy demand rises strongly, if countries fail to use cleaner forms of energy. Water demand is also likely to rise by more than half, and by 2050 as much as 40% of the global population is likely to be living in areas under severe water stress. Groundwater depletion would become the biggest threat to agriculture and to urban water supplies, while pollution from sewage and waste water – including chemicals used in cleaning – will put further strain on supplies.
However, the OECD study alsos said that there are some actions that governments can take quickly to tackle some of the key problems. For instance, many governments treat diesel fuel for vehicles differently than petrol for tax purposes, with tax breaks that encourage the take-up of diesel. But although diesel vehicle fuel produces lower greenhouse gas emissions than petrol, it is far worse for spewing out small particulate matter, which is bad for urban pollution. "In environmental terms, there is no reason to give diesel tax breaks over petrol," said Upton.
Governments could also remove other environmentally harmful subsidies, such as fossil fuel subsidies and subsidies for water that encourage irresponsible use of the resource. Biofuels are another potential danger area, because although they can emit less carbon than conventional fossil fuels, they also contribute to reducing biodiversity and put further strains on water use, so governments should consider carefully whether to go down the biofuels road, Upton warned.
Upton said that if governments took action now, and developed long-term views of these environmental problems, it would give them a much greater chance of avoiding the worst outcomes. "The key thing is that these four biggest problems are interconnnected – biodiversity is affected by climate change and land use, water is linked to health problems, for instance. You can't solve any one of these in isolation. So to be effective, governments have to focus on all of these four and look very closely at the connections between them," he said

16 de março de 2012

O Consumo e a Sociedade do desperdício

Vivemos uma grave crise económica e de valores motivada por um consumismo sem sentido que tem efeitos sociais e ambientais desastrosos e que lentamente nos conduz ao abismo. A única justificação para este consumismo excessivo é o crescimento da economia porque não contribui para o acréscimo do nosso bem-estar nem da nossa felicidade.

Precisamos adequar os nossos hábitos e consumir para satisfazer as necessidades essenciais ao nosso bem-estar, e não viver atolados num excesso de produtos que não trazem felicidade e representam um desperdício absoluto de recursos sem sentido.
 Vivemos o quotidiano encurralados entre as exigências do mercado de trabalho e os ditames da publicidade e do mercado de consumo, o que nos obriga a um gasto contínuo excessivo para manter a aparência da modernidade, da juventude e da novidade. Nesta insatisfeição permanente, buscamos incessantemente objectos não essenciais, ficando com uma pequena margem de manobra para a felicidade, identidade e realização pessoal.Temos a obrigação de ser consumidores conscientes e atentos a todas as implicações sociais, económicas e ambientais de cada gesto de consumo, nomeadamente à decadência actual de todos os ciclos de vida provocada pelo excesso de consumo.

Temos de exigir
 empresas responsáveis e campanhas éticas que respeitem os consumidores através da transparência, sustentabilidade, rigor e sentido cívico dos bens que promovem. Essa consciência ética deve ultrapassar os aspectos ligados à gestão ambiental das empresas e abranger o desenvolvimento sustentável e a solidariedade intergeracional.

O consumo excessivo está a ameaçar o planeta e a humanidade e não é socialmente justo porque é mal distruibuído. É urgente pensar um novo modelo de desenvolvimento. Temos de ponderar as nossas responsabilidades com as futuras gerações e repensar o nosso papel no mundo e na sociedade e aprender a viver melhor com menos. A mudança começa por nós e por pequenos gestos de redução do consumo diário, redução da produção de resíduos, e de repensar o nosso papel na sociedade: Somos na verdade cidadãos ou meros Consumidores?


Esta é a nossa comunicação em celebração do Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, 15 de Março.